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Glossário da coluna
Os 95 verbetes do site em uma página só. Busque o termo que apareceu no seu exame ou percorra a lista abaixo, organizada por tipo. A busca entende sinônimo, ignora acento e procura também pelo jeito como a coisa costuma vir escrita no laudo.

Exemplos:
95 verbetes.
Termo do laudo
As palavras que aparecem escritas no laudo da sua ressonância.
- Abaulamento discalAbaulamento discal é quando o disco entre duas vértebras perde um pouco da forma normal e se estende levemente para fora, ao longo de toda a sua borda, sem se romper.
- Artrose facetáriaArtrose facetária é o desgaste das facetas articulares, pequenas articulações localizadas na parte de trás da coluna que ligam uma vértebra à outra.
- Compressão do saco duralCompressão do saco dural é quando uma estrutura, como uma hérnia de disco ou um osteófito, empurra a membrana que envolve o feixe de nervos dentro do canal vertebral.
- Desidratação discalDesidratação discal é a perda natural de água do disco intervertebral ao longo dos anos, o que faz ele ficar mais escuro nas imagens de ressonância e um pouco menos flexível.
- Estenose foraminalEstenose foraminal é o estreitamento do foramen, o pequeno túnel ósseo entre duas vértebras por onde a raiz nervosa sai da coluna em direção ao braço ou à perna.
- Extrusão discalExtrusão discal é quando parte do núcleo do disco rompe a parede externa e se projeta para o canal vertebral formando uma saliência mais larga na ponta do que na base de saída.
- Fissura anularFissura anular é uma pequena rachadura na parede externa do disco, o anel fibroso, que normalmente segura o núcleo gelatinoso no lugar.
- Hérnia sequestradaHérnia sequestrada é quando um pedaço do disco se rompe, se separa por completo do disco de origem e fica livre, migrando dentro do canal vertebral.
- Hipersinal em T2Hipersinal em T2 é uma expressão técnica que descreve uma área mais clara, ou brilhante, numa sequência específica de imagem da ressonância chamada T2.
- Hipertrofia facetáriaHipertrofia facetária é o aumento de tamanho das facetas articulares, as pequenas articulações na parte de trás da coluna, geralmente como resposta ao desgaste ao longo dos anos.
- Modic tipo 1Modic tipo 1 é uma alteração no osso da vértebra, bem perto do disco, que indica uma reação de tipo inflamatório e edema naquela região.
- Modic tipo 2Modic tipo 2 é uma alteração no osso da vértebra, perto do disco, em que o tecido ósseo original foi substituído por tecido gorduroso, um padrão considerado mais estável.
- Nódulo de SchmorlNódulo de Schmorl é uma pequena projeção do disco para dentro do osso da vértebra vizinha, através de uma falha na placa que normalmente separa os dois.
- Osteófito marginalOsteófito marginal é um pequeno crescimento ósseo, tipo um bico ou uma saliência, que se forma na borda de uma vértebra como resposta ao desgaste da coluna.
- Protrusão discalProtrusão discal é um tipo de hérnia de disco em que uma parte pequena e localizada do disco se projeta para fora, com a base de saída igual ou mais larga que a ponta que se projetou.
- Redução do espaço discalRedução do espaço discal é quando a distância entre duas vértebras fica menor do que o normal, porque o disco entre elas perdeu altura.
- Redução dos neuroforamesRedução dos neuroforames é a frase usada para descrever que o espaço por onde as raízes nervosas saem da coluna, de um ou dos dois lados, ficou menor do que o esperado.
- Retificação da lordoseRetificação da lordose é quando a curva natural para dentro da coluna, na região lombar ou cervical, fica mais reta do que o esperado para a idade.
Condição
Diagnósticos da coluna, com sintomas, exames e tratamentos.
- Abaulamento discalAbaulamento discal é a projeção discreta e uniforme do disco além do espaço normal entre as vértebras.
- Artrose facetáriaArtrose facetária é o desgaste das pequenas articulações que conectam uma vértebra à outra por trás.
- CifoseCifose é o arredondamento acentuado das costas na altura do peito, além do que é considerado normal.
- Degeneração discalDegeneração discal é o desgaste natural do disco intervertebral, que perde água e altura com o passar dos anos.
- EscolioseEscoliose é quando a coluna, vista de frente, forma uma curva para o lado em vez de ficar reta.
- EspondilolisteseEspondilolistese é o deslizamento de uma vértebra para frente em relação à vértebra logo abaixo dela.
- EspondiloseEspondilose é o nome dado ao desgaste geral da coluna relacionado à idade, uma espécie de artrose vertebral.
- Estenose cervicalEstenose cervical é o estreitamento do canal vertebral no pescoço, que pode comprimir a medula espinhal.
- Estenose lombarEstenose lombar é o estreitamento do canal por onde passam os nervos na parte baixa da coluna, causando dor ao caminhar.
- Fratura vertebral por compressãoFratura vertebral por compressão é o colapso parcial de uma vértebra, muito associado à osteoporose.
- HiperlordoseHiperlordose é o arqueamento maior do que o normal da região lombar, deixando a barriga mais projetada para frente.
- OsteófitosOsteófitos são pequenas formações ósseas nas bordas das vértebras, popularmente chamadas de bicos de papagaio.
- Protrusão discalProtrusão discal é quando o disco se projeta além do seu contorno normal, sem que a parte externa se rompa.
- Retificação cervicalRetificação cervical é a perda parcial da curva natural do pescoço, deixando a coluna cervical mais reta.
- SacroileíteSacroileíte é a inflamação da articulação sacroilíaca, que une a base da coluna aos ossos da bacia.
- Síndrome do piriformeSíndrome do piriforme é a compressão do nervo ciático por um músculo profundo do glúteo, o piriforme.
Sintoma
Padrões de dor e formigamento, para quem ainda não tem diagnóstico.
- Dor lombar ao dormirPor que a dor lombar piora à noite ou ao deitar, o que costuma explicar isso e quando esse padrão exige avaliação médica.
- Dor lombar ao levantarPor que a coluna dói mais ao levantar da cadeira ou da cama, o que costuma causar isso e quando é sinal de algo mais sério.
- Dor lombar do lado direitoCausas comuns de dor lombar do lado direito, quando o lado importa de verdade e quando procurar avaliação médica.
- Dor lombar do lado esquerdoCausas comuns de dor lombar do lado esquerdo, o que o lado da dor costuma indicar e quando ela exige atenção médica.
- Dor nas costas ao respirarO que pode causar dor nas costas que piora ao respirar fundo e quando esse sintoma pode não ter origem na coluna.
- Dor no glúteoO que costuma causar dor no glúteo, quando ela vem da coluna lombar, do quadril ou do nervo ciático, e o que fazer a respeito.
- Dor no pescoço que irradia para o braçoO que costuma causar dor no pescoço que desce para o braço, quando é hérnia de disco cervical e quando buscar avaliação.
- Dor que irradia para a pernaO que significa dor que irradia da lombar para a perna, quando ela indica compressão de nervo e quando procurar um médico.
- Formigamento nas mãosO que costuma causar formigamento nas mãos, quando a origem é a coluna cervical e quando pode ser síndrome do túnel do carpo.
- Formigamento nas pernasO que costuma causar formigamento nas pernas, quando ele vem da coluna e quando pode ser sinal de outro problema de saúde.
Exame
O que cada exame mostra, o que não mostra e quando é indicado.
- Cintilografia ósseaA cintilografia óssea mapeia a atividade metabólica do osso em todo o esqueleto. Na coluna, ajuda a identificar fraturas ocultas, infecção, fratura por insuficiência e possíveis metástases, mostrando onde o osso está mais ativo.
- Densitometria ósseaA densitometria óssea mede a quantidade de mineral nos ossos, principalmente na coluna lombar e no quadril. É o exame de referência para diagnosticar osteoporose e osteopenia, e para avaliar o risco de fratura.
- EletroneuromiografiaA eletroneuromiografia avalia a função elétrica dos nervos e músculos. Ajuda a identificar se um nervo está sendo comprimido, há quanto tempo isso acontece e a diferenciar problemas na coluna de outras causas de formigamento e fraqueza.
- Exames de sangue na dor nas costasOs exames de sangue não mostram a estrutura da coluna. Servem para investigar sinais de infecção, doença inflamatória ou câncer quando a história clínica levanta essa suspeita, nunca para explicar uma dor lombar mecânica comum.
- MielotomografiaA mielotomografia combina a injeção de contraste no líquido que envolve a medula com a tomografia computadorizada, mostrando o canal vertebral, a medula e as raízes nervosas com boa definição. É usada quando a ressonância magnética não pode ser feita.
- Raio-X da colunaO raio-X mostra a estrutura óssea da coluna: alinhamento das vértebras, espaço entre discos, sinais de fratura e alterações degenerativas ósseas. É rápido, acessível e envolve pouca radiação.
- Raio-X dinâmico da colunaO raio-X dinâmico avalia o movimento entre as vértebras durante a flexão e a extensão da coluna. Serve para identificar instabilidade e escorregamento anormal, algo que um exame parado, como a ressonância, não consegue captar.
- Ressonância com contraste da colunaA ressonância com contraste usa gadolínio para destacar áreas de maior vascularização ou quebra da barreira normal dos tecidos. Na coluna, ajuda a diferenciar cicatriz de hérnia recidivada, identificar infecção e caracterizar tumores.
- Ressonância magnética da colunaA ressonância magnética mostra em detalhe os tecidos moles da coluna: discos, medula espinhal, raízes nervosas, ligamentos e músculos. É o exame mais sensível para hérnia de disco, estenose do canal e alterações na medula.
- Tomografia computadorizada da colunaA tomografia usa raios X processados por computador para gerar imagens em cortes finos, com destaque para as estruturas ósseas da coluna. É o exame de escolha para avaliar fraturas, alinhamento vertebral e planejamento cirúrgico.
Anatomia
Uma página para cada vértebra e cada disco, com o nervo que sai ali.
- Vértebra C1Fica no ponto mais alto da coluna, logo abaixo do crânio, na altura da linha do cabelo na nuca. Você a alcança apoiando os polegares na depressão logo abaixo do osso saliente da base da cabeça.
- Vértebra C2Segunda vértebra do pescoço, logo abaixo do atlas, mais ou menos na altura do ângulo da mandíbula. Seu processo espinhoso é o primeiro relevo ósseo firme que o dedo encontra ao descer pela nuca.
- Vértebra C3Terceira vértebra do pescoço, na altura do osso hioide, um pouco acima do pomo de adão. Fica na parte alta do pescoço, na região que dobra quando você abaixa o queixo.
- Disco C3-C4Fica na parte média do pescoço, entre o osso hioide e o pomo de adão. É o terceiro disco da coluna, contando de cima para baixo.
- Vértebra C4Fica no meio do pescoço, mais ou menos na altura da borda superior da cartilagem tireoide, o pomo de adão.
- Disco C4-C5Fica na parte baixa do pescoço, entre o pomo de adão e a cartilagem cricoide, um pouco acima da base do pescoço.
- Vértebra C5Fica na parte baixa do pescoço, logo acima da cartilagem cricoide, o anel firme que se apalpa abaixo do pomo de adão.
- Disco C5-C6Fica na base do pescoço, na altura da cartilagem cricoide, pouco acima do calombo de C7.
- Vértebra C6Fica na altura da cartilagem cricoide, na parte baixa do pescoço. Seu processo transverso tem um relevo palpável na lateral do pescoço, ao lado da traqueia.
- Disco C6-C7Fica logo acima do calombo ósseo que se apalpa na base do pescoço, entre os ombros.
- Vértebra C7É o calombo ósseo que aparece na base do pescoço quando a cabeça se inclina para frente. Fica na transição entre o pescoço e as costas, entre os dois ombros.
- Disco C7-T1Fica na transição entre o pescoço e as costas, logo abaixo do calombo de C7, no meio da linha que une as duas escápulas.
- Vértebra T1Primeira vértebra das costas, logo abaixo do calombo de C7, entre as bordas superiores das duas escápulas.
- Vértebra T2Fica na parte alta das costas, entre as escápulas, na altura da fúrcula do esterno.
- Vértebra T3Fica na altura da espinha da escápula, a crista óssea horizontal que se apalpa na parte alta das costas.
- Vértebra T4Fica no meio das costas, na altura do ângulo do esterno, o degrau ósseo que se apalpa na frente do peito, um pouco abaixo da fúrcula.
- Vértebra T5Fica no meio das costas, na altura do terço médio do osso esterno.
- Vértebra T6Fica nas costas, na altura da ponta inferior do esterno, onde se apalpa o apêndice xifoide.
- Vértebra T7Fica na altura do ângulo inferior da escápula, a ponta de baixo do osso do ombro, quando os braços estão relaxados ao lado do corpo.
- Vértebra T8Fica no dorso, cerca de um palmo acima da cintura, na parte baixa da região entre as escápulas.
- Vértebra T9Fica no dorso, logo acima da cintura, na altura das últimas costelas verdadeiras.
- Vértebra T10Fica no dorso, na altura do umbigo, um pouco acima da linha da cintura.
- Vértebra T11Fica na parte baixa do dorso, entre a última costela e a cintura, um pouco acima da linha do cinto.
- Disco T11-T12Fica na parte baixa do dorso, entre a última costela e a linha da cintura, um pouco acima do cinto.
- Vértebra T12Última vértebra do tórax, na altura da linha da cintura, logo acima do ponto onde as costas começam a curvar para dentro.
- Disco T12-L1Fica exatamente na linha da cintura, no ponto em que a curva das costas muda de sentido.
- Vértebra L1Primeira vértebra da região lombar, logo abaixo da linha da cintura, onde a curva das costas muda de sentido.
- Disco L1-L2Primeiro disco lombar, logo abaixo da linha da cintura.
- Vértebra L2Segunda vértebra da parte baixa das costas, cerca de dois dedos abaixo da linha da cintura.
- Disco L2-L3Fica na parte média da região lombar, entre a cintura e o ponto mais fundo da curva das costas.
- Vértebra L3Fica no centro da região lombar, no ponto mais fundo da curva das costas, entre a cintura e a crista do osso do quadril.
- Disco L3-L4Fica no ponto mais fundo da curva lombar, pouco acima da linha que une as cristas do quadril.
- Vértebra L4Fica na altura da linha que une as duas cristas ilíacas, os ossos que se apalpam no alto do quadril quando as mãos ficam na cintura.
- Disco L4-L5Fica na altura da linha que une as duas cristas ilíacas, os ossos do alto do quadril, na parte baixa das costas.
- Vértebra L5Última vértebra móvel da coluna, logo acima do sacro, na parte mais baixa das costas, um pouco acima das covinhas da região lombar.
- Disco L5-S1Último disco da coluna, na base das costas, na altura das duas covinhas da região lombar.
- Vértebra S1Osso triangular na base da coluna, entre as duas nádegas, logo abaixo da última vértebra lombar. As duas covinhas da parte baixa das costas marcam os limites superiores dele.
Tema principal
As páginas mais completas do site.
- Dor cervicalPor que o pescoço dói, quando a dor desce para o braço e o que realmente resolve.
- Dor ciáticaA dor que desce pela perna, por que ela aparece e em quanto tempo costuma passar.
- Dor lombarO que causa dor na parte baixa das costas, o que costuma melhorar sozinho e o que pede avaliação sem demora.
- Hérnia de discoO que a hérnia de disco é de fato, por que muitas não doem e o que funciona quando doem.
